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	<title>Blog PMR</title>
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		<title>POLÍTICA E INFRAESTRUTURA</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 18:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suzanacohen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[malha rodoviária]]></category>
		<category><![CDATA[PAC]]></category>
		<category><![CDATA[PAC2]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[situação dos aeroportos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o início de seu  processo de industrialização, o Brasil convive com problemas de falta  ou insuficiência de infraestrutura, que se agravaram com o tempo e  estão mais evidentes agora, quando o país se projeta como economia  emergente. 
Utilidades como energia  elétrica e telecomunicações, hoje estão disponíveis em todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #000000;">Desde o início de seu  processo de industrialização, o Brasil convive com problemas de falta  ou insuficiência de infraestrutura, que se agravaram com o tempo e  estão mais evidentes agora, quando o país se projeta como <a href="http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0166577.html" target="_blank">economia  emergente</a>. </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">Utilidades como energia  elétrica e telecomunicações, hoje estão disponíveis em todo o território  nacional, com razoável grau de confiabilidade, e mesmo de modernidade,  principalmente no caso das telecomunicações. </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">O saneamento básico  é ainda <a href="http://www.copa2014.org.br/noticias/648/PESQUISA+DA+VEJA+APONTA.html" target="_blank">insuficiente</a>,  pois os investimentos foram concentrados no abastecimento de água,  em detrimento do esgotamento sanitário. A inexistência desse último  serviço atinge até mesmo a população das grandes capitais. </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">No caso do transporte  urbano, intermunicipal e interestadual, houve significativo avanço  nas últimas décadas, mas, os nossos aeroportos e praticamente toda <span style="text-decoration: underline;"> </span><a href="http://mais.uol.com.br/view/99at89ajv6h1/cnt-69-da-malha-rodoviaria-estao-mal-conservados-04023868E0996366?types=A&amp;" target="_blank">a malha rodoviária federal</a> encontram-se em condições precárias e obsoletas.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">Não é à  toa que a <a href="http://netmarinha.uol.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=25524:logistica-deficiente-impede-avanco-maior-do-comercio-exterior-do-pais&amp;catid=8:ultimasnoticias&amp;Itemid=7 " target="_blank">capacidade logística do país</a> está muito aquém das suas necessidades, sendo necessários maciços  investimentos e tempo para sua adequação e modernização. No início  de 2007, o governo lançou o <a href="http://www.brasil.gov.br/pac/" target="_blank">Programa de Aceleração do Crescimento<span style="text-decoration: underline;"> </span>(PAC)</a>, cuja verba passou de R$ 503,9  bilhões para  mais R$ 140 bilhões recentemente. Mas  o fato é  que o programa não decolou, mesmo com recursos disponíveis. </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">De fato nota-se um profundo  descompasso entre os recursos destinados e os gastos efetivamente realizados.  E os motivos para isso são muitos: uma legislação tímida e ultrapassada  que engessa o processo de licitação de obras públicas; altas taxas  de juros e crédito escasso; alta carga tributária do país; e a  lenta  modernização da máquina pública.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">Agora, <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090728/not_imp409321,0.php" target="_blank">o governo  quer lançar o PAC 2</a>. Mesmo com o interesse político de fortalecer a <a href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/saiba-quem-e-dilma-a-candidata-do-pt-a-presidencia-20100220.html" target="_blank">candidatura da  ministra escolhida</a> para disputar a <a href="http://www.istoe.com.br/assuntos/14_ELEICOES+" target="_blank">sucessão presidencial</a> não deixa de ser bem-vindo o novo pacote de obras para ajudar na  solução  dos problemas de infraestrutura do país.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">O fato é que ainda  persistem os obstáculos que adiam a realização do programa original  e neste cenário, a previsão é que o descompasso comentado anteriormente  continue nos próximos anos. É, pois, imperativo que o atual e o próximo  governo busquem prioritariamente remover os entraves que prejudicam  a execução de obras públicas no país.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #ff0000;"><strong>E  você, o que acha?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><em>ANTÔNIO FERNANDO  G. PINHEIRO, Advogado-sócio</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O DIREITO DAS MINORIAS</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandopinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Civil]]></category>
		<category><![CDATA[capitanias]]></category>
		<category><![CDATA[ciganos]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição de 1988]]></category>
		<category><![CDATA[Direito das Minorias]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
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		<category><![CDATA[sem terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o início de sua formação, a sociedade brasileira sempre foi marcada pela presença de minorias, umas poucas de privilegiados e a grande maioria de grupos sociais relegados à sua própria sorte.
De fato, logo após o descobrimento, foi implantado no Brasil o sistema de capitanias, para premiar aqueles que prestaram relevantes serviços à Coroa Portuguesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o início de sua formação, a sociedade brasileira sempre foi marcada pela presença de minorias, umas poucas de privilegiados e a grande maioria de grupos sociais relegados à sua própria sorte.</p>
<p>De fato, logo após o descobrimento, foi implantado no Brasil o sistema de capitanias, para premiar aqueles que prestaram relevantes serviços à Coroa Portuguesa e, também, para incentivar a sua fixação definitiva na nova colônia. O donatário da capitania recebia uma sesmaria de dez léguas de costa, e tinha por dever fundar vilas, distribuir terras a quem desejasse cultivá-las e construir engenhos. De forma geral, a ele cabiam 10% dos produtos do solo. O donatário recebia a posse da terra, podendo transmiti-la aos filhos, mas não vendê-la. A extinção desse sistema ocorreu em 1821.</p>
<p>De outro lado, desde os primeiros anos do Brasil colônia, as Ordenações do Reino enfatizaram o valor probante dos escritos dos atos notariais e registrais, e cartórios foram então distribuídos a pessoas influentes e amigos da corte, permanecendo por séculos nas respectivas famílias de seus titulares. Somente mais recentemente, foi reformulado o sistema cartorial com sua caracterização como serviço público, sendo os seus titulares agora escolhidos mediante concurso público.</p>
<p>Durante o império, com a vinda da corte portuguesa para o país, outra casta de privilegiados desfrutou por décadas as benesses que se colocavam ao alcance dos amigos do rei.</p>
<p>A despeito das desigualdades econômicas e sociais presentes ao longo da nossa história, essas castas de privilegiados sempre tiveram reconhecimento social e posição destacada na sociedade brasileira</p>
<p>No outro extremo, certas minorias reconhecidamente partes da sociedade brasileira, constituídas pelos índios, ciganos, comunidades negras remanescentes de quilombos, comunidades descendentes de imigrantes, viveram momentos difíceis ao longo da nossa história, e sofrendo algum tipo de discriminação.</p>
<p>De forma geral, para todas as minorias o Brasil historicamente adotou uma política de assimilação. Isso, entretanto, na prática não ocorreu com alguns grupos, especialmente os negros e seus descendentes. Essa situação só recentemente foi alterada com a promulgação da Constituição de 1988, que determinou a proteção a todas as manifestações culturais, fazendo respeitar expressamente as culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, bem como as de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional.</p>
<p>Mais recentemente, alguns outros movimentos sociais têm sido reconhecidos como minorias pelo governo brasileiro, a exemplo dos “sem-terra”, que se organizaram para reivindicar direitos de propriedade sobre terras, ainda que de forma absolutamente ilegal.</p>
<p>O paradoxo é que ainda hoje minorias institucionalmente reconhecidas com fundamento na Constituição federal e na legislação infra-constitucional, continuam desamparadas e, na maioria dos casos,  sem condições de exercitar seus direitos.</p>
<p>Sem prejuízo da relevância das algumas ações políticas e legislativas que vêm sendo implementadas para a proteção das minorias menos privilegiadas, é imprescindível que, sob a égide das boas intenções, não se acabe por reconhecer de forma velada direitos a movimentos ilegais, nem se criem fórmulas mirabolantes que acabem por discriminar determinados grupos sociais.</p>
<p>O que você pensa?</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Antônio Fernando Guimarães Pinheiro,<br />
Advogado-Sócio</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pelo Voto Facultativo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 20:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandopinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de voto]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[lei eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[reforma eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[voto facultativo]]></category>
		<category><![CDATA[voto facultativo x voto obrigatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito se discute a implantação do voto facultativo no Brasil em substituição ao voto obrigatório previsto na nossa Constituição Federal. Pesquisas de opinião realizadas ao longo dos anos demonstram que a clara preferência do eleitor brasileiro é pelo voto facultativo.
Nas principais democracias representativas o voto é facultativo e, como tal, reflete de forma mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito se discute a implantação do voto facultativo no Brasil em substituição ao voto obrigatório previsto na nossa Constituição Federal. Pesquisas de opinião realizadas ao longo dos anos demonstram que a clara preferência do eleitor brasileiro é pelo voto facultativo.</p>
<p>Nas principais democracias representativas o voto é facultativo e, como tal, reflete de forma mais contundente e autêntica a vontade do eleitor. Ao exercer livremente, sem coerção, o direito do voto, o cidadão escolhe os seus representantes a partir de sua convicção pessoal e das propostas que lhe são apresentadas pelos partidos e candidatos.</p>
<p>O voto obrigatório, ao contrário, acaba por possibilitar a eleição de candidatos que não têm efetivas propostas de ação, nem representatividade política. Na maioria das vezes, sequer o eleitor tem a preocupação de escolher previamente seus candidatos, ou deixa para fazê-lo na boca da urna. E o fato de que o candidato não tem de convencer o eleitor a sair de casa e votar, sem dúvida, permite que a mediocridade e as promessas vazias acabem por render votos capturados ao acaso.</p>
<p>O voto é um direito do cidadão, e não uma obrigação!</p>
<p>Não se pode admitir, em pleno século XXI, que a lei eleitoral continue a prever penalidades para aqueles que não votarem. Nossa proposta é pela adoção do voto facultativo no país!</p>
<p><strong>O que você pensa?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Novas regras para pagamento de precatórios. Mais um calote?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandopinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emenda]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Processual]]></category>
		<category><![CDATA[Calote]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Emenda 351/2009]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[Precatório]]></category>

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		<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 351/2009, que se encontra em tramitação no Congresso, institui novas regras para o pagamento de precatórios. Caso venha ela a ser aprovada, representará mais um calote do Estado Brasileiro contra os seus cidadãos.
A PEC em questão acaba de ser aprovada pelo Plenário da Câmara dos Deputados com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/710370.pdf" target="_blank">A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 351/2009</a>, que se encontra em tramitação no Congresso, institui novas regras para o pagamento de precatórios. Caso venha ela a ser aprovada, representará mais um calote do Estado Brasileiro contra os seus cidadãos.</p>
<p>A PEC em questão acaba de ser aprovada pelo Plenário da Câmara dos Deputados com o voto de deputados de diversos partidos, governistas e de oposição. Como diversos estados e municípios devem bilhões em precatórios, e inclusive muitas prefeituras estão com recursos bloqueados pela Justiça, devido à falta de pagamento, o esforço político para a provação daquela proposta vem atender também ao interesse de prefeitos e governadores.</p>
<p>A nova regra proposta significa, em princípio, uma moratória de mais 15 anos sobre o pagamento dos títulos devidos pelos estados e pelos municípios, e permite a estes realizarem um leilão no qual o credor poderá propor descontos para receber os valores</p>
<p>A PEC permite a estados e municípios limitarem o pagamento mensal de precatórios a percentual de sua receita corrente líquida enquanto o valor total a pagar for superior aos recursos vinculados por meio desses índices. Alternativamente, poderão adotar, por 15 anos, cálculos semelhantes, em base anual, para encontrar os valores a pagar segundo o total de precatórios devidos.</p>
<p>Para os estados e o Distrito Federal, o percentual mínimo da receita direcionada aos precatórios será de 1,5% (regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste e DF) ou 2% (regiões Sul e Sudeste). No caso dos municípios, os percentuais mínimos serão de 1% (regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste) e 1,5% (regiões Sul e Sudeste).</p>
<p>Metade desses recursos deverá ser usada para o pagamento de precatórios em ordem cronológica, respeitadas as preferências daqueles de natureza alimentícia, de idosos e de portadores de doenças graves. A outra metade poderá ser destinada ao pagamento de precatórios por meio de leilão de deságio ou por acordo direto com o credor.</p>
<p>O leilão funcionará de maneira inversa ao formato tradicional, em que os lances elevam o preço inicial. No leilão com deságio, o credor que participar dele ofertará descontos para receber antecipadamente o precatório sem precisar enfrentar a ordem cronológica.</p>
<p>Enquanto os estados e municípios realizarem pagamentos de precatórios por meio desse regime especial, não poderão sofrer seqüestro de seus recursos, quando a Justiça determina ao banco a reserva de valores para a quitação da dívida. Isso somente poderá ocorrer se os percentuais de recursos da receita não forem liberados a tempo.</p>
<p>Consideramos vergonhoso que o Estado Brasileiro se valha novamente desse artifício para protelar o pagamento de dívidas perante os cidadãos que obtiveram o reconhecimento de seus créditos perante o Poder Judiciário.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Você compartilha com nossa opinião?</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Para ler a Emenda à Constituição (PEC) número 351/2009, <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/710370.pdf" target="_blank">clique aqui</a>.</strong></span><a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/710370.pdf" target="_blank"><br />
</a></p>
<p>Artigos Relacionados:</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>- <a href="http://www.pmradv.com.br/novo_site/noticias/interno.aspx?codigo=196" target="_blank">Calote à vista!</a><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>- <a href="http://www.pmradv.com.br/novo_site/noticias/interno.aspx?codigo=211" target="_blank">Torre de Babel</a></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O começo!</title>
		<link>http://www.pmradv.com.br/novo_site/blog/index.php/2009/11/ola-mundo/</link>
		<comments>http://www.pmradv.com.br/novo_site/blog/index.php/2009/11/ola-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 19:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog ADV Empresarial foi criado para debater temas jurídicos de interesse para o empresariado, para o público acadêmico e para pesquisadores do direito, ensejando um canal de mão dupla onde o usuário poderá também fazer comentários e expor opiniões.
Acreditamos que, por meio desse canal, e seguindo as tendências colaborativas da atualidade, estaremos contribuindo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog ADV Empresarial foi criado para debater temas jurídicos de interesse para o empresariado, para o público acadêmico e para pesquisadores do direito, ensejando um canal de mão dupla onde o usuário poderá também fazer comentários e expor opiniões.</p>
<p>Acreditamos que, por meio desse canal, e seguindo as tendências colaborativas da atualidade, estaremos contribuindo para a discussão de soluções para os atuais problemas do país.</p>
<p>Sejam bem vindos ao debate!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pmradv.com.br/novo_site/blog/index.php/2009/11/ola-mundo/feed/</wfw:commentRss>
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